Em março, os alunos do Ensino Médio estão participando, no Recanto Santo Agostinho, em Mário Campos, do projeto “Dias de Vivência Agostiniana”, momento oportuno para uma convivência ímpar entre os alunos. Inspirados na espiritualidade agostiniana de que é “na busca interior que encontramos nossas verdades mais profundas”, os alunos participam de vivências e dinâmicas de grupo onde refletem a respeito de seus projetos de vida, relacionamentos pessoais e familiares, aprendizagens que a vida lhes proporciona por meio das experiências mais diversas. Exercitando-se na tomada de consciência de si mesmos, por meio do contato com as sensações corporais, pelo condicionamento da respiração e com o auxílio de técnicas projetivas por meio da construção de símbolos, os alunos partilham suas histórias, sentimentos, sonhos e expectativas diversas. Num período em que as atividades acadêmicas exigem concentração, disciplina e organização, as vivências capacitam os alunos a encontrarem, em si mesmos, forças, motivações e estímulos necessários para lidarem com os afazeres cotidianos.
terça-feira, 24 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Colegio Santo Agostino e Colégio Carlos Vicuña celebram juntos conclusão de obra
“Promover a vida por meio da fraternidade, da educação e da justiça social”: essa é a missão agostiniana, que norteia a vida dos colégios e obras educacionais dos agostinianos no Brasil. Missão que se traduz em trabalhos, gestos e esforços que foram celebrados hoje na inauguração do 3º andar dos colégios Santo Agostinho e Fr. Carlos Vicuña.
A celebração contou com a significativa presença de representantes da comunidade educativa agostiniana: alunos, pais e mães, professores e colaboradores da SIC (Sociedade Inteligência e Coração, mantenedora dos colégios e obras) e freis agostinianos, que partilharam sua gratidão e depoimentos de histórias vividas nesse meio.
Esse momento celebrativo fortalece a fé e os propósitos da comunidade agostiniana, confirmando os esforços e lutas por uma educação transformadora, que proporciona vida, realização e dignidade para todos os que aqui trilham sua formação, base para conquistar novos horizontes.
terça-feira, 3 de março de 2015
DVA 2015
Dia de Viver Amor. Dia de Valorizar a Amizade. Dia de Vivência Agostiniana.
Podiam ser assim todas as manhãs de sábado! e nos deleitaríamos ao nos reconhecermos no olhar do outro, no abraço, no riso, na construção, no siso, na canção que nos une no dia a dia. - Pode entrar! Seja bem-vindo! Fique à vontade! Nesta escola de gente que forma gente, celebra-se vida que chega, comungam-se os mesmos princípios e valores, bebe-se da mesma fonte, assume-se junto o compromisso de servir.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
ELJA 2015: escolhidos para algo mais
“Através de vocês, entra o futuro no mundo. Também a vocês,
eu peço para serem protagonistas desta mudança.
Peço-lhes para serem construtores do mundo,
trabalharem por um mundo melhor.
Queridos jovens, por favor,
não ‘olhem da sacada’ a vida, entrem nela!”.
Papa Francisco
O início do ano letivo coincidiu com o retorno de um pequeno grupo de estudantes do Colégio Santo Agostinho que participaram do ELJA: Encontro Latino-americano de Jovens Agostinianos, em Buenos Aires, Argentina, realizado durante a última semana de janeiro de 2015.
Esse encontro contou com a presença de jovens de 13 países – do Brasil, um grupo de 36 representantes vindos dos 3 Colégios Santo Agostinho (Contagem, Nova Lima, Belo Horizonte), Escola Carlos Vicuña, EPSA e Paróquia Nossa Senhora da Consolação e Correia, e do grupo de jovens Kairós, da Paróquia Santa Rita, de São José do Rio Preto - SP.
Todos estão de volta aos seus afazeres e compromissos cotidianos. Mas não voltaram os mesmos: esse “estar de volta” vem com a marca de um encontro que nos encheu de entusiasmo, sentimentos, parcerias, experiências. Ainda somos os mesmos, mas parafraseando o lema do ELJA 2015, sabemos que “fomos escolhidos para mais”. Esse “ser mais” cada um saberá discernir ao longo do ano, descobrindo dentro de si mesmo potencialidades e caminhos, forças e coragem para ir além – afinal, acreditamos que a vida está aí como um presente para ser saboreado em plenitude. Cuidar, pois, desse presente, com alegria, curiosidade, generosidade é o desafio que agora se lança na caminhada desses jovens!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Funcionários da SIC participam de palestra com o educador César Nunes
O ano de 2015 dá seus primeiros passos. Para muitos, paira no ar a sensação de
incertezas: o cenário político e econômico brasileiro se mostra instável; de certo modo,
isso causa perplexidade, considerando-se que um amplo processo eleitoral há pouco se
encerrou e atendeu o desejo da maioria da população votante – portanto seria plausível
esperar que estivéssemos num momento mais leve e de otimismo. O cenário mundial
também não se diferencia do que ora vivemos aqui: efeitos da crise econômica ainda se
estendem pela Europa, as mudanças climáticas se agravam em todos os continentes,
guerras e fundamentalismos se tornam mais exacerbados e virulentos na aurora do ano
que mal se inicia... Momentos confusos exigem discernimento e lucidez; pausa e
inspiração. Onde buscá-las?
Os funcionários, professores, dirigentes dos colégios, obras sociais e religiosas da
SIC, mantenedora da rede educacional Santo Agostinho, estiveram reunidos, nessa
primeira semana de fevereiro, com o educador Cesar Nunes, professor da Unicamp, para
uma reflexão que se mostrou realmente inspiradora e instigante sobre os caminhos da
educação brasileira e as possibilidades de transformação que se apresentam
especificamente nessa área.
Munido de grande erudição e saber, somados a uma comunicação sensível e bem humorada,
César falou para a “inteligência e o coração” dos seus ouvintes.
Lembrando, à luz do pensamento de Jean-Paul Sartre, que o ser humano é “aquilo
que fizeram dele, somado àquilo que ele faz do que fizeram dele”, César Nunes conduziunos
pela história da educação brasileira, com seus condicionamentos históricos, suas
matrizes políticas, filosóficas, debilidades e contradições vindas daí. A educação
brasileira responde, hoje, pelo que fizeram dela no passado. Conhecer seus percalços é
fundamental: permite-nos tomá-la como uma tarefa ainda a ser efetivada, rever
conceitos e atitudes, buscar novos horizontes e inspirações. Há muito o que fazer. Ela
será aquilo que fizermos dela: crer em sua transformação, acolher e sustentar as
mudanças que já ocorrem, suprimir práticas que já não condizem com o tempo presente,
são gestos genuinamente revolucionários, pois permitem vir à luz algo novo, melhor!
César Nunes foi discípulo e companheiro de trabalho de nomes fundamentais para
a educação brasileira, tais como Paulo Freire, Rubem Alves, Demerval Saviani –
verdadeiros faróis a iluminar os caminhos da história recente do pensamento
pedagógico. César descobriu, em sua própria história de vida, as raízes do educador que
ele se tornou, raízes que se fecundaram na leitura, interlocução e convivência com
aqueles homens. Compartilhou com eles que o educar é, por si mesmo, um ato político:
oferece instrumentos para que a pessoa se torne sujeito da sua própria história,
consciente, atuante e decisivo na realidade em que está inserido. Educar constitui-se
como ato de grandeza, tendo como finalidade auxiliar-nos a “tornar-nos pessoas” mais
plenas, iniciando-nos no mundo da cultura, da consciência de si mesmo e da vida em
sociedade, da aquisição de atitudes e valores que norteiam “aquilo que fizeram de nós e aquilo que faremos daquilo que fizeram de nós”! Seria liberdade a palavra que expressa
melhor a finalidade do educar?
Ora, uma educação libertadora distingue entre o fundamental e o que é apenas
circunstancial. Princípios e valores que a sustentam são permanentes: respeito, amor,
comunidade, transcendência... Práticas e resultados, hábitos e métodos estão em
constante mudança, pois se destinam a atualizar a educação para tempos igualmente
em constantes transformações. Vivemos hoje sob o prisma de uma sociedade do
consumo: nela, os saberes se destinam ao lucro, à eficiência e produtividade. Ela
demanda um modelo de educação que prepare pessoas competitivas, adaptadas às
exigências do mercado e que dominem as técnicas e tecnologias em vista de ocuparem
postos nesse mesmo mercado, favorecendo a continuidade do próprio sistema de
consumo. A educação libertadora considera a pessoa em sua inteireza. Portanto, educar
não se restringe a acumular informações, responder avaliações, cumprir tarefas.
Aprender a ser, a conviver, a pensar globalmente, a traduzir o aprendido numa prática
efetiva: são seus pilares irrenunciáveis. Num horizonte mais amplo, mais do que habilitar
tecnicamente as pessoas, preparando-as para determinados afazeres, a educação
libertadora se identifica com o espírito humanista: seu desejo é proporcionar ao homem
ser pleno em suas potencialidades, pois só na plenitude da humanidade conseguiremos
articular sociedades plenamente capazes de acolher as pessoas em suas diversidades.
Uma educação libertadora fala para o intelecto, tanto quanto fala para o afeto, a arte,
o corpo, a convivência com o outro... dimensões da vida que não são alcançadas pelas
avaliações tradicionais e que não compõem o fundamental na cultura tecnicista atual.
De modo emblemático, César Nunes partilhou as memórias dos seus anos iniciais
na escola. Lá, encontrou dois paradigmas educacionais, encarnados nas figuras da dona
Cotinha e do seu Norberto, professores que marcaram sua vida.
Em dona Cotinha, encontrou a educadora amável, capaz de empatia e afeto, que
despertou e fortaleceu a estima própria de um aluno inseguro e estreante no mundo da
escola. Nela, César pôde tomar consciência dos valores que circunscreviam o seu próprio
mundo, advindos da tradição e cultura sertanejos, transformando-os numa verdadeira
plataforma para expandir-se pelos horizontes que a vida iria lhe apresentar.
Já com o professor Norberto, César conheceu uma escola de práticas rígidas,
excludente, pautada pelos resultados e pela eficiência, uma escola que desperta medo e
competição, que interdita a criatividade e enobrece a obediência.
Claro que a realidade não é assim tão bem definida: há, em cada Cotinha, um
pouco do professor Norberto; do mesmo modo, o professor Norberto também tem em si
um pouco da dona Cotinha. Eles são retratos da condição humana que nos une: “Não
consigo entender nem mesmo o que eu faço; pois não faço aquilo que eu quero, mas
aquilo que mais detesto” (Rm 7, 15). Vivemos sob o signo da contradição. Contudo,
segundo a tradição cristã, “Cristo nos libertou para que sejamos verdadeiramente livres.
Portanto, sejam firmes e não se submetam de novo ao jugo da escravidão” (Gal 5, 1). Há
uma linha tênue entre pecado e graça, liberdade e escravidão, a lei e o amor; essa linha
torna-se condição de possibilidade para irmos adiante, “esperar contra toda esperança”,
e encontrarmos em nós mesmos e naqueles que nos antecederam caminhos novos para
a nossa existência.
Deslumbrar essa possibilidade, por meio das palavras de César Nunes,
certamente tocou cada um de seus ouvintes. Tenhamos, pois, coragem e energia vital
para ir além, munidos de tal esperança!
Papa Francisco escreve mensagem aos brasileiros por ocasião da Campanha da Fraternidade 2015
Queridos irmãos e
irmãs do Brasil!
Aproxima-se a
Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa: tempo de penitência, oração e
caridade, tempo de renovar nossas vidas, identificando-nos com Jesus através da
sua entrega generosa aos irmãos, sobretudo aos mais necessitados. Neste ano, a
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, inspirando-se nas palavras d’Ele “O
Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em
resgate por muitos” (Mc 10,45), propõe como tema de sua habitual Campanha
“Fraternidade: Igreja e Sociedade”.
De fato a Igreja, enquanto
“comunidade congregada por aqueles que, crendo, voltam o seu olhar a Jesus,
autor da salvação e princípio da unidade” (Const. Dogmática Lumen
gentium, 3), não pode ser indiferente às necessidades daqueles que estão
ao seu redor, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias
dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também
as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de
Cristo” (Const. Pastoral Gaudium et spes, 1). Mas, o que fazer?
Durante os quarenta dias em que Deus chama o seu povo à conversão, a Campanha
da Fraternidade quer ajudar a aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a
colaboração entre a Igreja e a Sociedade – propostos pelo Concílio Ecumênico
Vaticano II – como serviço de edificação do Reino de Deus, no coração e na vida
do povo brasileiro.
A contribuição da
Igreja, no respeito pela laicidade do Estado (cfr. Idem, 76) e sem esquecer a
autonomia das realidades terrenas (cfr. Idem, 36), encontra forma concreta na sua
Doutrina Social, com a qual quer “assumir evangelicamente e a partir da
perspectiva do Reino as tarefas prioritárias que contribuem para a dignificação
do ser humano e a trabalhar junto com os demais cidadãos e instituições para o
bem do ser humano” (Documento de Aparecida, 384). Isso não é uma tarefa
exclusiva das instituições: cada um deve fazer a sua parte, começando pela
minha casa, no meu trabalho, junto das pessoas com quem me relaciono. E de modo
concreto, é preciso ajudar aqueles que são mais pobres e necessitados.
Lembremo-nos que “cada cristão e cada comunidade são chamados a ser
instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que
possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe estar docilmente
atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo” (Exort. Apost. Evangelii
gaudium, 187), sobretudo sabendo acolher, «porque quando somos generosos
acolhendo uma pessoa e partilhamos algo com ela – um pouco de comida, um lugar
na nossa casa, o nosso tempo – não ficamos mais pobres, mas enriquecemos”
(Discurso na Comunidade de Varginha, 25/7/2013). Assim, examinemos a
consciência sobre o compromisso concreto e efetivo de cada um na construção de
uma sociedade mais justa, fraterna e pacífica.
Queridos irmãos e
irmãs, quando Jesus nos diz “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), nos ensina
aquilo que resume a identidade do cristão: amar servindo. Por isso, faço votos
que o caminho quaresmal deste ano, à luz das propostas da Campanha da
Fraternidade, predisponha os corações para a vida nova que Cristo nos oferece,
e que a força transformadora que brota da sua Ressurreição alcance a todos em
sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural e fortaleça em cada coração
sentimentos de fraternidade e de viva cooperação. A todos e a cada um, pela
intercessão de Nossa Senhora Aparecida, envio de todo coração a Bênção
Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.
Vaticano, 2
de fevereiro de 2015.
Papa Francisco
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Voluntariado e dia das crianças
Chegando a época do dia das crianças, nossos alunos e grupos de voluntariados promoveram festas, gincanas e brincadeiras nas instituições onde o público em que trabalham é majoritariamente composto por crianças e adolescentes.
Partilha, alegria, festa: valores e sentimentos que marcaram as atividades dessa semana tão especial!
Partilha, alegria, festa: valores e sentimentos que marcaram as atividades dessa semana tão especial!
Famílias celebram a 1ª comunhão eucarística dos filhos
Centrada na participação dos pais e
filhos unidos em torno do amadurecimento e prática da fé cristã, a
Catequese Familiar do Colégio Santo Agostinho vem chegando à sua etapa
final no ano de 2014. Essa etapa ficou marcada pela celebração da 1ª
comunhão dos filhos, realizada em 27 de setembro, após quase dois anos
de participação nos encontros semanais. Momento de emoção e alegria para
todos, que compartilharam um sentimento de gratidão e “missão
cumprida”.
A celebração foi presidida pelo padre
José Maria, que deu ênfase à importância de nutrir uma fé viva, não
apenas em palavras, mas que se complementa em ações e atitudes
permanentes inspiradas no evangelho de Cristo.
Parabenizamos às famílias e adolescentes
pela perseverança no curso, pela parceria, amizade e confiança
fortalecida entre as famílias e o Colégio durante esse período e fazemos
votos que sua caminhada cristã continue dando bons frutos!
http://ct.santoagostinho.com.br/visualizacao-de-noticias/pt-br/ler/1215/familias-celebram-a-1-comunhao-eucaristica-dos-filhos
Assinar:
Postagens (Atom)










































